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Noticias

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DEFINIÇÕES ASSEMBLEIA GERAL - 07/12/2013
por Sinvcxs Sindicato - segunda, 16 dezembro 2013, 10:02
 

O SINDICATO PROFISSIONAL DOS VIGILANTES DE CAXIAS DO SUL E REGIÃO DA SERRA GAÚCHA VEM ATRAVÉS DESTE INFORMAR QUE EM ASSEMBLEIA GERAL DEINSTAURAÇÃO DE DISSÍDIO COLETIVO, REALIZADA NO DIA 07 DE DEZEMBRO DE 2013, FOI MONTADA A SEGUINTE PAUTA DE NEGOCIAÇÃO DE DISSÍDIO COLETIVO PELOS TRABALHADORES PRESENTES:

 

- MANUTENÇÃO DAS CLÁUSULAS DA CCT HORA VIGENTE.

 

NOVAS POSTULAÇÕES:

- AUMENTO REAL DE 3% ACIMA DA INFLAÇÃO;

- TICKET ALIMENTAÇÃO NO VALOR DE R$ 18,00;

- PLANO DE SAÚDE;

- CESTA BÁSICA;

- BIÊNIO DE 2%

- MUDANÇA DATA BASE PARA 1º DE SETEMBRO;

- PPR PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS.

 

NESTA ASSEMBLEIA TAMBÉM FORAM ELEITOS TRÊS TRABALHADORES, PARA PARTICIPAREM JUNTAMENTE COM A DIREÇÃO DO SINDICATO DAS NEGOCIAÇÕES DE DISSÍDIO COLETIVO COM O SINDICATO PATRONAL.

 

TODAS AS POSTULAÇÕES ESTENDEM-SE PARA TODOS OS MUNICÍPIOS PERTENCENTES A BASE TERRITORIAL DO SINDICATO PROFISSIONAL DOS VIGILANTES DE CAXIAS DO SUL E REGIÃO DA SERRA GAÚCHA.

 

 

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Federação dos Trabalhadores em Segurança Privada pede apoio à regulamentação da categoria
por Sinvcxs Sindicato - sexta, 16 agosto 2013, 11:26
 

Federação dos Trabalhadores em Segurança Privadapede apoio à regulamentação da categoria

Presidente da entidade ocupou a Tribuna Livre para divulgar campanha estadual

Em busca de apoio à campanha "PL 039/99: Eu aprovo", o presidente da Federação Profissional dos Trabalhadores em Segurança Privadado Estado do Rio Grande do Sul, Claudiomir da Silva Brum, ocupou o espaço da Tribuna Livre na abertura da sessão ordinária desta quinta-feira (15/08). O representante pediu amparo das bancadas do Legislativo caxiense para que seja feita uma moção de apoio ao projeto de regulamentação da profissão de vigilante, que está, atualmente, em tramitação no Congresso Nacional.

Segundo ele, a Câmara caxiense é a décima casa em que a federação pede apoio dos vereadores para a elaboração de uma moção a ser enviada aos deputados e senadores. Ressaltou que o projeto de lei vai gerar mais emprego, mais segurança qualificada e maior combate à informalidade no Brasil. "Muitas vezes, contratam pessoas não qualificadas, de má índole, para prestar serviços de segurança", informou.

Conforme Brum, uma média de 40 mil vigilantes trabalha de modo efetivo no Rio Grande do Sul, enquanto outros 100 mil já estão formados e prontos para trabalhar. Na informalidade, 150 mil atuam no Estado. Para o dirigente, a regulamentação significa o aumento na geração de emprego para os que estão formados, a fim de garantir uma segurança qualificada, prestada por pessoas habilitadas para o pleno exercício da atividade.    

O requerimento que concedeu o espaço de Tribuna Livre à federação partiu do vereador Henrique Silva/PCdoB e foi aprovado por unanimidade na sessão de 8 de agosto. A Tribuna Livre é um espaço de 20 minutos concedido quinzenalmente a entidades, mediante aprovação de requerimento em plenário.

15/08/2013 19:07
Assessoria de Comunicação
Câmara de Vereadores de Caxias do Sul

 

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Sindicado dos Vigilantes de Caxias do Sul participa do grande ato que marca a luta das centrais sindicais gaúchas contra PL 4330
por Sinvcxs Sindicato - quarta, 7 agosto 2013, 09:41
 

As centrais sindicais do país estão unidas mais uma vez com o objetivo, agora, de que o Projeto de Lei 4330 – que amplia a terceirização e reduz os direitos dos trabalhadores – seja rejeitado. Na manhã desta terça-feira (6/8), a CTB, CUT, CGTB, Força Sindical, Nova Central e UGT se concentraram em frente às sedes das duas principais entidades patronais do Estado: Fecomércio e Fiergs, para o ato denominado “Dia Nacional de Luta contra o PL 4330”.

 

Depois das manifestações nas portas das entidades, cerca de 500 pessoas entre dirigentes sindicais e trabalhadores das mais diversas áreas fizeram uma passeata que percorreu as avenidas Alberto Bins e Voluntários da Pátria, passando pela Prefeitura Municipal e se posicionando defronte ao prédio da Federasul, localizado na rua Visconde do Cairu. Os manifestantes fizeram todo o trajeto gritando palavras de ordem e segurando faixas com os dizeres “País de primeira não pode ter emprego de terceira” e “Contra o PL 4330 que amplia terceirizações e retira direitos”. 

 

O dia 6 de agosto foi escolhido por ser a data em que o Congresso Nacional retoma os trabalhos após o recesso do primeiro semestre. O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-RS), Guiomar Vidor, considerou o movimento extremamente positivo. “A construção da unidade das centrais sindicais se mostra cada vez mais acertada porque os sindicatos estão compreendendo a importância dessa união para enfrentar o novo ciclo de ofensivas que os patrões têm feito contra os direitos trabalhistas. Os trabalhadores atenderam ao pedido das centrais e centenas participaram do ato, demonstrando disposição de luta contra a flexibilização dos direitos trabalhistas. Escolhemos iniciar na Fecomércio por se tratar do símbolo da gestação de projetos contrários aos interesses dos trabalhadores. A caminhada foi feita para mostrar à população o objetivo da CTB e das demais centrais: protestar contra a retirada de direitos.”

 

A fim de que o PL 4330 seja rejeitado, Guiomar Vidor defende que a luta precisa continuar. “Estamos propondo para as centrais sindicais que se inicie, ainda esse mês, uma mobilização rumo à Brasília com a permanência dos dirigentes e trabalhadores acampados em frente ao Palácio do Planalto a fim de que a pauta dos trabalhadores avance. Projetos como redução da jornada, o fim do fator previdenciário, valorização dos aposentados sejam aprovados no Congresso Nacional.”

 

 

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Notícias do Sindicato
por Sinvcxs Sindicato - quarta, 3 julho 2013, 11:41
 
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Claudiomir

PROJETO DE LEI PENALIZA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE VIGILÂNCIA CLANDESTINA

 A Câmara dos Deputados analisa proposta que penaliza as pessoas físicas ou jurídicas que contratarem empresas de vigilância sem autorização para funcionamento. A medida está prevista no PL (Projeto de Lei) 4988/13, do deputado Major Fábio (DEM-PB).


Hoje, a Lei 7.102/1983 estabelece regras para o funcionamento das empresas de segurança. Segundo a norma, a administração dessas empresas não deve ficar sob responsabilidade de estrangeiros e seus empregados não podem ter antecedentes criminais. Os vigilantes têm de ser previamente aprovados em curso de formação, além de passar por exames de saúde. Já as empresas só podem funcionar se tiverem autorização do Ministério da Justiça.

As empresas de vigilância que descumprirem essas e outras regras já estão sujeitas a penas de advertência, multa, proibição temporária de funcionamento e cancelamento do registro. De acordo com o PL 4988/13, as pessoas físicas e jurídicas que contratarem empresas irregulares e souberem dessas irregularidades também poderão sofrer as mesmas penalidades.

Major Fábio afirma que o objetivo da proposta é evitar o crescimento das empresas clandestinas de segurança, que, segundo ele, acabam gerando insegurança para a população. “No início da década de 1990, diversas cidades brasileiras viviam um grave problema, que eram os grupos de extermínio. Esses grupos surgiram, inicialmente, como empresas de segurança privada, que eram contratadas por particulares e por pequenos comerciantes”, explica.

Segundo ele, os resultados positivos levaram à proliferação de empresas privadas de segurança. “O mercado passou a ser dominado por verdadeiras quadrilhas, que geravam a demanda pelos serviços que ofereciam e atuavam de forma parecida com as milícias”, acrescenta.

O deputado acredita que esses problemas estão voltando a ocorrer, em razão do crescimento dos índices de violência nas cidades. “Um dos motivos pelo qual as regras disciplinadoras do funcionamento de empresas privadas de vigilância estão sendo descumpridas é a inexistência de penalização das pessoas físicas ou jurídicas que contratam empresas clandestinas”, argumentou.A proposta foi anexada ao PL 4238/12 do Senado, que estabelece um piso salarial nacional para os empregados de empresas particulares de vigilância e transporte de valores. Elas serão analisadas por uma comissão especial em regime de prioridade. Depois, seguem para o Plenário.


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